quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Psicopatas Corporativos

To orando por você que ainda precisa, ou acha que precisa, fazer parte destas empresas que só alimentam competitividades e desrespeito entre os funcionários. Isso é um prato cheio para que pessoas que já possuíam algum tipo de desequilíbrio coloquem as garras de fora. Não me submeto mais a estes ambientes, me nego! Especialmente depois que, no meu último emprego, a gerente ficava revirando meu lixo para ver o que eu tinha posto fora para ir fazer “minha caveira” para meu chefe! É gente, isso realmente acontece.

Sem falar dos ambientes de fofocas, onde a rotatividade de funcionários é altíssima, levando a empresa a ter mais gastos que lucros. Geralmente, os donos, são os que menos mandam em suas empresas, ficando à cargo dos “funcionários de confiança” ou os mais “antigos” gerarem esse festival de horrores que vemos no ambiente corporativo.

Na revista Segredos da Mente, edição especial sobre Psicopatas deste mês, onde psicólogos, psiquiatras e outros profissionais tentam mapear as características deste transtorno, há uma matéria que fala sobre os psicopatas corporativos, segue abaixo alguns trechos desta matéria, mas recomendo altamente a leitura deste exemplar.

O colega ao lado

“Conviver com pessoas com transtorno de personalidade antissocial no local de trabalho é muito mais comum do que se imagina. Chamados de psicopatas corporativos, o ambiente competitivo das empresas é perfeito para eles, já que enfatiza suas características. A crescente procura por parte das organizações por profissionais agressivos, frios, calculistas e competitivos é um prato cheio para quem sofre do transtorno. ‘São características que a pessoa já tem, e o próprio ambiente no qual ela irá trabalhar faz esses traços de personalidade serem ainda mais evidenciados’, afirma o especialista em ética e comportamento no trabalho José Roberto Heloani.

“A frieza mora faz do psicopata o profissional ideal para liderar aquela reestruturação que implicará na demissão de dezenas de funcionários, por exemplo. ‘São pessoas que possuem baixo sentimento de culpa, que têm uma tendência ao egocentrismo, portanto, agem de acordo com seus interesses’, explica a Heloani que também é professor da Unicamp. Além disso, a habilidade de atuar faz com que ele consiga viver socialmente, porém, tudo não passa de teatro para alcançar seus objetivos. ‘São capazes de serem gentis, mostrarem que se sacrificam pela empresa, mas possuem alto grau de dissimulação. Se contrariados, literalmente, passam por cima’, complemente o especialista.


“A psicóloga Milene Rosenthal resume bem o psicopata corporativo: ‘geralmente é aquela pessoa que sempre está envolvida em intrigas e conflitos, não assume responsabilidades, assedia moralmente uma pessoa em público, não segue as regras da organização, invade a privacidade dos colegas de trabalho e, principalmente, trata as pessoas de forma desigual, prejudicando subordinados e bajulando chefes e superiores. São pessoas que, dentro da organização, sempre valorizam o poder e sentem prazer em colocar medo nas pessoas.’ É importante destacar que somente um profissional capacitado, como psicólogo e psiquiatras, são capazes de fazer um diagnóstico, porém, não custa nada ficar longe de gente mau-caráter.”

sábado, 10 de outubro de 2015

Poder e controle

Os alunos mais chatos, do meu ponto de vista bem entendido, são aqueles que tem sede de poder e controle sobre os outros. Fuja desse tipo! Eles são aqueles que estudaram de tudo um pouco antes de entrar na faculdade, se acham detentores dos mais profundos
saberes e podem ou não já ter uma certa idade. Mas a principal característica deles é que nunca fazem perguntas para os professores, eles fazem afirmações em tom de pergunta sem se mancar que estão tratando com professores que ou são mestres ou doutores em suas áreas, esperando que tanto professores como colegas corroborem com suas teorias malucas e vontades pessoais mal resolvidas. Geralmente estudaram magia e assuntos correlatos. Esses são uns chatos, não por terem estudado magia, de modo algum (até mesmo porque a magia é uma nobre ciência), mas sim porque querem ser o centro da atenção e não se conformam quando são contrariados. Eles não estão na faculdade para se formarem profissionais da psicologia, estão lá para satisfazerem seus egos inflados e terem suas ideias assimiladas e seguidas pelos demais. Ou seja: sede de poder e controle!