quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Canalização Saint Germain - Agosto 2012


Queridos Shaumbra, a jornada começou para todos nós, todos nós, nos Templos de Tien, em Atlântida. Nos Templos de Tien, nós nos reuníamos. Nós previmos um tempo como este, treze ciclos atrás, um tempo de mudança e um tempo de evolução pra todos nós. Começou lá.

Nós não sabíamos que reviravoltas ocorreriam no caminho. Não fazíamos ideia, não tínhamos nenhum conceito sobre as dificuldades e os desafios, as lágrimas e as risadas. Não podíamos sequer imaginar, naquela altura, que haveria dias e existências em que ficaríamos completamente perdidos, completamente tomados pela perda de esperança, pela perda de visão, pela perda de identidade. Mas imaginamos, lá nos Templos de Tien, um tempo que chegaria e em que falaríamos a palavra “iluminação”, em que a aceitaríamos em nós mesmos, em que literalmente poderíamos trazer essa consciência para esta realidade – uma realidade que sabíamos que era densa e cruel, uma realidade que tentaria quase tirá-la de nós. Mas, com uma profunda paixão que todos nós trouxemos de Atlântida, sabíamos que ela se sustentaria e sabíamos que ela desabrocharia aqui na Terra.

Atlântida foi um tempo do mental, do desenvolvimento da mente, da padronização de nós mesmos como seres humanos neste planeta que amamos tanto. Foi um tempo para pensar, foi um tempo para estruturar, foi um tempo para projetar, e isso foi o que fizemos. Projetamos o modelo completo do humano que agora vemos no planeta.

E, em Atlântida, também previmos um tempo em que atravessaríamos essa linha do mental – do mental que nos mantinha no lugar, nos mantinha juntos, nos reunia, nos permitia ver nosso mundo através de olhos mentais e humanos. Mas dissemos a nós mesmos: “Chegará um tempo em que cruzaremos essa linha, em que ultrapassaremos a era mental, em que passaremos para a próxima era da Nova Energia.” E aqui estamos nós. Aqui estamos hoje.

Depois de Atlântida, ressurgimos debaixo do solo, onde vivemos protegidos, mas também era um símbolo de nosso próprio olhar interior, de ir para a visão interior, conectar-se com nossas almas e nosso divino, o que era difícil quando ainda estávamos envolvidos com todas as atividades do lado de fora ou do mundo de cima.

E de lá passamos para o período do Egito, saindo, literalmente, do solo e entrando nos templos, nas pirâmides ao redor do mundo. Emergimos. Tantos de vocês, nos tempos do Egito, nas grandes pirâmides, nas Câmaras dos Reis, respirando nossa divindade, respirando os potenciais para esta era da humanidade.

Mais tarde, nos reunimos de corpo e alma nos tempos de Yeshua, como essênios, como aqueles que traziam os mistérios para este planeta e proclamavam o que muitos pensavam que seria o início de um novo tempo, de uma nova era, mas que todos vocês sabiam que ela já tinha começado. Caminhar com o grande Mestre Yeshua, nas terras de Israel, trazendo aquelas energias, semeando esta Terra com a energia crística, a energia de Christos.

Sem esquecer dos tempos de Tobias. Sim, Tobias. O querido Tobias, e muitos de vocês estavam lá também nesses tempos. Tobias Pai, também chamado Tobit – Tovius. Tobias Filho, Sarah, Arcanjo Rafael. Uma linda história e um tempo em que, novamente, estávamos todos juntos, todos reunidos para esse propósito de realizar o que tínhamos imaginado lá atrás nos templos de Atlântida.

E, depois, nas Escolas de Mistério – ah, as Escolas de Mistério – por toda a Europa. Um lugar de diversão e de estudo, um lugar para realmente entender como evocar o divino. Mas, como sabem, o mundo não estava pronto naquela altura. As Escolas de Mistério eram como ilhas, como ilhas em si mesmas, com muita celebração, mas no momento em que vocês – nós – saíamos para o mundo de fora, era um choque. Era traumático, sair das lindas energias da Escola de Mistério para a consciência muito, muito densa do mundo humano.

E, agora, este tempo. Há treze anos a verdadeira energia dos Shaumbra começou a se manifestar. Com os anos, muitos de vocês convocaram esse novo chamado do Arcanjo Gabriel, esse novo chamado para se juntarem, dizendo: “É a hora para a iluminação.” É a hora. Foi esse chamado que nos reuniu, mês após mês, ao longo destes anos. Um chamado que produziu algo dentro de vocês, que lhes deu coragem, lhes deu esperança para sua própria iluminação. Não para o mundo, não para a sua família, não para ninguém além de vocês. Deu a vocês o potencial trazido para esta Terra para estarem em sua iluminação.

No dia de hoje, nós vamos além. Vamos cruzar a Linha Atlante, sair do mental, do mental em que vocês têm estado, quase presos. Falamos sobre isso com frequência em nossos encontros, mas hoje pode-se dizer que as energias estão certas. Estão aqui para vocês irem além. Além.

Este lindo púlpito é mais do que algo em que vou bater e me apoiar nos meses e anos que se seguirão. É mais do que um móvel, do que apenas a madeira. Este púlpito – e espero que todos vocês o toquem hoje antes de irem embora –, este púlpito é verdadeiramente um símbolo de onde todos nós estamos. É o símbolo da sabedoria de vocês. Ele não foi dado a mim. Foi dado a vocês. É um símbolo da sabedoria de vocês. É um símbolo do que vocês têm a oferecer aos outros como professores de energias espirituais. É um símbolo de tudo que vocês aprenderam, do que dissemos juntos, ao longo desses últimos treze anos. É um símbolo da iluminação, é um símbolo de vocês – de vocês tomando seu lugar de direito em seu púlpito. Cada um e todos vocês não estão sentados na plateia, metaforicamente, mas estão em seu próprio púlpito, falando com sua própria voz. Com uma plateia que pode não ter ninguém além de vocês mesmos, ou uma plateia que pode encher grandes salões. Isto é um símbolo da jornada, de onde chegamos desde os Templos de Tien, em Atlântida, de onde vocês chegaram nestes treze anos. Eu sei que parece um longo tempo, às vezes, treze anos. Treze anos dedicando sua vida, e mais, treze anos como a energia Shaumbra. Mas quando vocês consideram o quão longe ficaram os tempos de Atlântida, os tempos de Tobias, Yeshua, e mesmo das Escolas de Mistério, treze anos é um tempo muito curto, realmente. Assim...

A única coisa que falta é champanhe. Mas acho que concessões serão feitas mais tarde, hoje.

Assim, queridos Shaumbra, vamos respirar fundo pelo símbolo de sua sabedoria, de seus ensinamentos, de sua jornada. O púlpito – como queiram chamá-lo, pódio, púlpito de orador – istorepresenta a sabedoria de vocês.
Ah, respirem fundo. Ah. Ótimo. Ótimo.

A canalização completa você encontra em www.novasenergias.net/circulocarmesim