segunda-feira, 28 de março de 2011

Tarólogo: profissão regularizada no Brasil!




Caso vocês não saibam, aqui está:

A lei federal 9521 (27/11/1997) revoga o decreto-lei 3688 (3/10/1941) que enquadrava as atividades oraculares como contravenção penal (tarô, runas, astrologia, I Ching, vidência etc.).

Assim, a partir de 9/10/2002 o Ministério do Trabalho reconhece o tarólogo e o cartomante (entre diversos segmentos esotéricos) como ocupação profissional sob o código 5168-05. Agora, o tarólogo/tarotista tanto pode ser autônomo quanto um empregado com registro na carteira profissional.

domingo, 27 de março de 2011

As Primeiras Cartas de Tarô



As cartas de jogar apareceram na Europa cristã por volta de 1367, data da primeira evidência documentada de sua existência — o registro de um espólio de família, em Berna, na Suíça. Antes disso, as cartas foram usadas por muitas décadas no Al-Andalus islâmico. As primeiras fontes européias descrevem um baralho com normalmente cinquenta e duas cartas, como o baralho moderno sem curingas. O tarô de setenta e oito cartas resultou da adição de vinte e um trunfos numerados mais um sem número (o curinga) à variante de cinquenta e seis cartas (quatorze cartas cada naipe).

A expansão do uso dos jogos de cartas na Europa pode ser estimada por volta de 1377 a partir de quando as cartas de tarô parecem ter-se desenvolvido por volta de quarenta anos depois, e são mencionadas no que sobreviveu do texto de Martiano da Tortona. Estima-se que o texto tenha sido escrito entre 1418 e 1425, uma vez que o pintor Michelino da Bezzoso retornou a Milão em 1418 e o autor faleceu em 1425.

A imagem acima refere-se ao Tarô de Gringonneur, de rara qualidade estética. Restaram apenas 17 cartas, que se encontram na Biblioteca Nacional da França. O jogo foi, durante muito tempo, erradamente associado ao rei francês Carlos VI, nascido em 1368.

O mal-entendido quanto à origem destas cartas deve-se a um registro do contador Charles Poupart, que menciona o pagamento de 56 soldos parisienses a um certo “Jacquemin Gringonneur, pintor, por três jogos de cartas pintadas a ouro e com diversas cores, ornadas com várias divisas para o referido senhor rei para o seu divertimento”. (Charles Poupart, Registre de la Chambre des Comptes, 1392).

A nota do tesoureiro do rei é autêntica, mas faz referência, de fato, a um outro jogo inteiramente diferente deste que reproduzimos aqui. Por essa razão, o estudioso Ross Caldwel preferiu denominar este conjunto de Gaignières Tarot, para diferenciar do jogo pintado por Gringonneur, que até hoje não foi encontrado.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Círculos no México




Círculos foram encontrados em dois campos diferentes. Caso ocorreu em Tlapanoloya, próximo à Cidade do México.

Cinco círculos que apareceram em plantações de aveia têm intrigado os moradores de Tlapanoloya, próximo à Cidade do México . Os círculos surgiram no sábado e domingo e foram encontrados por moradores em dois campos diferentes.

terça-feira, 15 de março de 2011

Na Hora do Adeus



Título: Na Hora do Adeus
Autores: Irene Pacheco Machado (médium) e Luiz Sérgio (espírito)
Editora: Recanto
Páginas: 346
ISBN:8586475130

Trecho:

Logo estávamos na casa de Lúcia Maria que, completamente desesperada, chorava abraçada à roupa do filho de dezessete anos que desencarnara por excesso de velocidade, após uma noitada de álcool e droga – aquela que os viciados dizem que não faz mal, a “fraquinha”. Droga é droga, como o nome mesmo diz. Umas são consideradas mais fortes, porque uma dose maior pode levar ao desencarne; as consideradas mais fracas vão matando pouco a pouco os neurônios, atingindo o sistema nervoso. Não há droga que faça bem. É droga qualquer substância ou produto que altera as funções do organismo; o tóxico envenena e mata.

A maconha, tão defendida ultimamente, faz do seu usuário um fantoche, que fala sem parar, que ora ri, que ora entra em depressão e sonolência; tem sempre os olhos vermelhos, alucinações, distúrbios na percepção do tempo e do espaço. Isso por que dizem que ela não faz mal... Outros defensores da maconha dizem que ela não causa dependência física e não faz mal à saúde. Isso não é verdade. Ela provoca oligospermia, isto é, diminuição de espermatozóides no sêmen, que pode cair até quarenta por cento do normal. No usuário crônico, isto é, naquele que fuma vários cigarros por dia, todos os dias, sabemos que ela causa efeitos graves no organismo. O cérebro controla, entre outras faculdades, a inteligência, o raciocínio, ou seja, tudo o que depende da mente. A maconha provoca alucinações por alterar o funcionamento mental.

Este trabalho que faço para você, leitor, levou-me a concluir que poucos possuem um comportamento cristão diante de um desencarnado. Aproximei-me de Caio e, para meu espanto, na sua casa mental passou, como um filme, a sua vida: aos doze anos iniciou-se na maconha, na cola e nos comprimidos, depois cocaína e crack. E diante dele, presenciamos o estrago que a maconha lhe fizera: afetara a memória, dificultando sua concentração. Quando adolescente, a ação da maconha sobre a vitalidade dos espermatozóides reduziu a sua capacidade reprodutiva. Como ele a consumia cada vez mais, seus brônquios foram afetados e não só eles. Com a ingestão de grande quantidade de tetra-hidro-canabinol (THC), ficou alterada a capacidade funcional de seu cérebro. Depois partiu para outras drogas, quando ocorreu a overdose. O desespero daquele menino levou-se a orar junto dele.

sábado, 5 de março de 2011

Livro Os Elétrons



Título: Os Elétrons

Autor: Bem-Amados Santo Aéolo e Maha Chohan

Editora: Ponte Para a Liberdade

Páginas:127

ISBN: 9788589352321

Trecho:

Haja Luz! E a Luz se fez. Luz é o instrumento da grande inteligência universal. É o transmissor da paz divina, da felicidade, beleza e abundância. Dirigi vossa atenção à Luz que se encontra em vosso interior, pois esta é a ligação com a Divindade em vós; dela fluem a energia e a perfeição para enriquecer, individualmente, o mundo da experiência.

Na pressa da vida diária, o discípulo acha desnecessário e difícil, duas ou três vezes por apenas cinco minutos das vinte e quatro horas do dia, ficar em contemplação da Luz que permite a seu coração pulsar, fluindo vida em seu corpo físico. Sempre que fosse possível – e isto é possível – ele deveria conscientizar-se da luz do sol, que envia seus raios através dos olhos, ouvidos, nariz e garganta, para purificar e sublimar esses canais.

Visualizai-vos na Luz que vos pertence; ela desce sobre vós! Para o aspirante no Caminho à Mestria apresenta-se uma determinada hora na qual toda forma de influência do poder externo deve render-se! Se não fosse a Vontade da Presença Eu Sou a sustentar essa Chama em vós, Ela não poderia manter-se por muito tempo no coração humano. Quando o discípulo perde toda a sua confiança no mundo externo, e realmente atravessa um período de iniciação, evolução e confusão, a alma dirige-se à força divina e implora seu amparo. Chegando a esse ponto de submissão, ou melhor, a esse momento crítico, ela começa, novamente, a viver segundo o propósito divino, isto é: em meio à Luz.

Se uma Emanação de Vida sofre carência de qualquer tipo especial de Bem, isso é prova segura de que sua atenção e consciência desviou-se, passageiramente, do conhecimento de que todo Bem surge do interior.

Quando uma Emanação de Vida, impulsionada pelo desejo de um crescimento espiritual e voltada para os problemas da humanidade, invoca sua Lua, então se transforma em um poder duradouro e dominante. É um poderoso Serviço Prestado à Hierarquia Divina, que nada mais deseja do que a colaboração do ser não-ascencionado.

Três vezes ao dia, durante cinco minutos, de preferência ritmadamente (em hora certa), procurai contemplar a Luz. Sentai-vos tranquilamente e mantende-vos livre de qualquer pensamento relativo a obrigações ou problemas de vosso mundo terreno. Dirigi vossa atenção à Luz que flui de vossa Presença EU SOU ao coração físico, transpassando a vossa mente e cada célula do vosso corpo, e tornando, novamente, à Presença EU SOU para abençoar a Vida. Isso traz abundância e paz ao discípulo da Luz.