quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Orem pela sua água



Já pensaram em sua água hoje?

Já deram-se conta do quanto ela é importante para vocês? Como seu corpo é limpo dentro e fora? Com água. Quando chegam em casa depois de um dia de trabalho, atividades ou esporte, o que limpa seu corpo? A água. Quando estão com sede, muita sede, o que a sacia? O refrigerante? O álcool? Não! É a água!

Ó povo do Brasil, falamos a vocês hoje, especialmente a vocês. Esta terra abençoada por tantas almas de luz que aqui estão, é a terra que contém a mais pura água do planeta. Nós dizemos que vocês ainda contém um pouco da água potável para consumo humano e animal nesta esfera azul, pois os outros países já estão sem uma gota para saciar sua alma. Não pensem que isto são bobagens ditas por nós. Não esperem confirmação de seus governos, eles mentem o tempo todo para vocês. E mentirão sobre isso também, já o fazem. Sua água está sendo vendida para fora, está indo embora, povo brasileiro.

Ó povo do Brasil! Para onde está indo sua água? Vocês por um acaso sabem? Seu governo está vendendo a água que lhes resta para outros países, assim como fez com a Amazônia, que já não lhes pertence mais. O que está ficando de água em sua terra é o resto, o lixo, aquilo que ninguém quer. Pois está contaminada pelas indústrias sonhadoras do dinheiro. O que vai restar para beber? O esgoto? Talvez.

Como gostaríamos que vocês soubessem o que é jogado em sua água. Pensam que é apenas o lixo? Não meus amados, também são misturados à sua água remédios de todos os tipos para o controle da população. Produtos químicos para manter a taxa de natalidade baixa, para manter os viciados em todos os tipos de escravidão. Remédios para manter o controle da população e deixá-la escrava de seres que só desejam sua energia, escravidão pura. A água há muito é um veículo de venenos inacreditáveis para suas veias humanas. Estes medicamentos estão tentando enfraquecer seu corpo cada vez mais. E o que vocês fazem? Compram mais medicamentos para tentar curarem-se... mas de quê? Amados do meu Brasil, lembrem-se, daqui pra frente que não existem doenças, mas sim doentes. Lembrar-se desta simples frase poderá, num futuro próximo, ser a água divisora entre a vida e a morte de seus corpos.

Como podem deixar sua água ir-se assim? Onde estás, Mãe D’água, que não clamas pelos teus filhos; onde estás, Oxum dos rios que não clama pelas mulheres; onde estás Yemanjá do imenso mar que não mareia em suas vidas? Onde estão vocês, homens que afastam seus deuses de vós? Para onde está indo sua água? Para onde foi sua sanidade?

E quando ela faltar? O que vai ser dos pequeninos? Quem vai resistir vendo as crianças chorando nas ruas, nos colos das mães? Qual presidente vai ajudar? Ó amado Brasil, terra verde e rosa de nosso Senhor, não se iludam nestes dias de escolher representantes, eles nada poderão fazer, pois, assim como Jesus disse às mães chorosas que elas deveriam chorar pelos seus filhos, estes que hoje ostentam a faixa verde e amarela, chorarão por serem também vendilhões do templo maior que é a natureza deste imenso país.

Por profundo amor estamos dando este aviso a vocês, filhos do chão verde e trigueiro, comecem a guardar alimento, comecem a guardar água, comecem a pensar em seu futuro. Talvez isto não resolva todos os problemas previstos, mas amenizará o que vier pela frente.

Sabendo disto, peguem sua água, estocada ou não. Banhem-na com a poderosa Chama Violeta de Saint Germain. Vocês tem a força necessária para isto. Chamem pela ajuda dos Anjos para transmutar sua água e seus alimentos. Façam isto, estão todos esperando por vocês. Com muito amor todos virão. Sempre viemos, não é mesmo? Nunca deixamos de estar aqui. Não vêem?

Assim como a Chama Violeta limpará suas águas, pedimos que mantenham seus pensamento igualmente limpos, para que a ajuda possa chegar mais rápido. Mantenham a calma, a serenidade. Subam as montanhas, vejam os campos e o nascer do Sol. Vejam seu bichinho de estimação e sorriem para ele. Dêem bom dia e vejam as flores que nascem agora neste amado Brasil. Estas pequenas atitudes podem salvar multidões. Não vejam a dor, não pensem nas mídias. Pensem em Deus, sintam a pulsação de seu coração dentro de vocês.

Nós os amamos muito, pois somos todos um.

Um Espírito de Luz

Porto Alegre - 20/10/2010 – 23:53h

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Livro de Ouro de Saint Germain




Título: O Livro de Ouro de Saint Germain
Autor: Saint Germain
Editora: Ponte Para a Liberdade
Páginas: 231
ISBN: 9788589352123

Trecho:

Desejo frisar aos discípulos que é insensatez deixar-se abalar, inquietar ou perturbar pelas atividades imaginárias da ignorância da consciência exterior. Uma vez sabendo que, “EU SOU é a única Presença Toda-Poderosa atuando em minha mente, meu corpo e meu mundo”, não há possibilidade de serem afetados por quaisquer de suas associações do mundo exterior. Devem saber então que são inteiramente imunes a prejuízos ou embaraços da mente externa de outros indivíduos, seja o que for que procurem eles fazer.

Logo que o indivíduo se cientifique de que tem o realmente controle sobre seu próprio pensamento, poder e sentimento criadores, então ele sabe, positivamente, que é capaz de precipitar para seu uso visível tudo o que necessitar.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Propriedades medicinais da manga



Combate as bronquites mais rebeldes, tem propriedades intiescorbúticas, é depurativa do sangue, favorece a diurese. É eficaz contra as enfermidades das vias respiratórias, como catarros, tosse, bronquite, etc. Nesses casos usa-se preferivelmente em forma de xarope, com mel puro.

É um alimento recomendado para anêmicos e dispépticos. Para combater a acidez e outras enfermidades do estômago, recomenda-se comer manga de manhã em jejum. As crianças atacadas de tosse devem comer ou beber o suco desta fruta com mel puro. Na Venezuela a manga é reputada na cura das afecções gastrointestinais, pois que a consideram como grande digestivo. Também há registros de que a manga ajuda na cura da tuberculose, sendo poderosa aliada ao tratamento médico tradicional.

A resina que se forma sobre os galhos da planta também exerce ação depurativa. O suco que exsuda dos ramos é usado como antidiarréico. O chá das folhas novas são antiasmáticas, em decocção dão um excelente peitoral, que se usa contra a bronquite. Sempre com mel puro. E com os brotos dos ramos da planta se preparam vermífugos. Sendo que a amêndoa do caroço da fruta encerra propriedades também vermífugas. Já a casca do tronco é usada, em decocção, contra as afecções febris, tomando-se duas xícaras por dia do chá.

Para tratar a inflamação das gengivas, enxágua-se a boca com o decocto das folhas.

Fonte: As Frutas na Medicina Doméstica – A. Balbach

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Origens do Tarô










As origens do Tarot são obscuras. Pouco temos de material concreto sobre o conteúdo histórico que envolvem as lâminas. Referências documentadas, tratam da entrada das cartas na Europa, durante o período final do século XIV. Embora existam comprovações anteriores de jogos de cartas no Oriente, nenhuma narração aponta para as lâminas do Tarot. Mesmo as pesquisas do italiano Francisco Petrarca (1304-1374), apontando para pistas em seus poemas que sinalizam os Trunfos do Tarot, de fato, a primeira referência às cartas foi feita pelo monge alemão Johannes Von Reinfeldem, quando em 1377, escreveu ao clero sobre a chegada de um jogo de cartas em seu país, semelhante ao jogo de xadrez. Dez anos depois, o rei de Castela João I, na Espanha, criou um decreto proibindo os jogos de cartas, sem causar problemas necessariamente a seus usuários.

Durante os anos seguintes, desde o período de 1369, em vários países como Espanha, França, Itália e Alemanha, são proibidos os jogos, sem nenhuma indicação que descrevesse os jogos de cartas. Entre 1369 e 1397, fica claro para os historiadores, o aparecimento das cartas na Europa.

Em 1392, é criado o mais antigo Tarot que se tem preservado: o Tarot de Gringonneur, embora suas lâminas não possuam nomes ou números. Pensa-se assim, que os atributos numéricos e nominais, tenham surgido tempos depois através de outros estudiosos e pesquisadores.

Em nenhum momento são feitas referências ao lado ocultista do Tarot. Durante os anos que se seguiram, as referências históricas apontam para os jogos de cartas como jogos de salão, utilizados entre os nobres e reis da época. Também não há nenhuma referência quanto ao termo Tarot. Esse termo, que tem também sua etimologia velada, pode ter se originado das possíveis nomenclaturas que ligam por hipóteses, a origem do Tarot a um determinado povo ou cultura.

Com a limitada informação sobre o histórico do Tarot, um universo especulativo abriu-se diante dos possíveis criadores do Tarot. Alguns pesquisadores acreditam ser os egípcios (inventado por Papus), através do deus-homem Toth ser o seu criador; outros apontam para os ciganos, povos nômades do oriente; ainda mesmo os sarracenos, hebreus, templários, atlantes, chineses, extraterrestres, etc. Nota-se que muitas são as possíveis origens, mas nada concreto.

Durante o período do século XV, a Igreja se posiciona pela primeira vez sobre as cartas. Proíbe a utilização das mesmas por sacerdotes, sem explicações contudo. Durante esse século floresceram os termos Trunfo, Tarocchino, Tarocco, Mincchiatti para designar as cartas. Alguns artistas e artesãos surgem com insistência na Itália, Alemanha e França.

Já no período do século XVI, os termos Tares, Tarotté e Tarotiers são utilizados com frequência pelos franceses. Há uma frequência do ciclo das cartas principalmente na Itália, Espanha, França e Alemanha. Em 1450 é publicado um livro que faz uma descrição dos Trunfos do Tarot e métodos de advinhação aplicáveis.

O termo Tarot surge, de fato, no século XVII. Durante esse século, o baralho já possuía a estrutura de 78 cartas (com nomes e números) e a proliferação do objetivo oracular teve uma crescente repercussão durante essa fase. Apesar de todo esse contexto, as referências à origem do baralho só vieram a acontecer no século seguinte. Dentro desse período houve uma divisão do Tarot em Tarot de Jogo e Tarot Divinatório; enquanto o primeiro servia exclusivamente ao entretenimento (sendo utilizado até hoje em campeonatos), o segundo se propunha à revelação do futuro. Surgiu nessa época o famoso Tarot de Marselha que deu origem à muitos outros baralhos marselheses.

No século XVIII, o renomado enciclopedista e historiador francês Antoine Court de Gébelin, publica em seu livro "Le Monde Primitiff", a possível origem do Tarot, que influencia decisivamente futuros pesquisadores. Muito do que temos de herança hoje, nasceu dessa época, trazendo literaturas que definiriam o rumo do Tarot. Apesar do apontamento para uma possível origem do Tarot, Gébelin desenha um baralho que nada traz de simbolismo egípcio.

No século XIX, o Tarot toma novos rumos feitos pelas associações de conhecidos ocultistas como Eteilla, Eliphas Levi, Oswald Wirth, entre outros, estabelecendo relações do Tarot com as letras hebraicas (Kabbalah), astrologia, mitologias, numerologia, enfim com o próprio pensamento da Magia. Surgiram daí, muitas idéias controversas, escolas e linhas de pensamento diversas, enriquecendo a literatura sobre o tema e lançando o nome Tarot ao mundo. Esse fenômeno de final de século estava ligado intimamente ao crescimento de novas ordens esotéricas e o renascimento de outras. No entanto, a associação do Tarô com outras correntes de pensamento acabou criando muitas confusões de interpretação das cartas.

No século XX, o Tarot já tinha grande peso no meio esotérico e ocultista, criando calorosos debates entre os livre-pensadores da época. Desentendimentos históricos, como o de Arthur Edward Waite com Aleister Crowley, favoreceu uma abertura para a criação de novas associações e dinâmica na arte do baralho. Waite ilustra de forma rica os Arcanos Menores do Tarot e Crowley nos presenteia com um hipnótico Tarot ligado à tradição da magia, o Tarô de Thot. Com o crescente desenvolvimento da mídia, o tema Tarot invade o mundo e ganha estrada, chegando a muitas classes e pessoas. Com certeza, novos caminhos e propostas estão cada vez mais sendo explorados e descobertos através desse intrigante e infinito tema que é o Tarot.

Alguns famosos Tarots:

TAROCCHI DE MANTEGNA (Itália)
TAROCCHI DE VENEZA - GRINGONNEUR (França)
TAROCCHINO DE BOLONHA (Itália)
MINCHIATE DE FLORENÇA (Itália)
VISCONTI-SFORZA (Itália)
TARÔ DE MARSELHA (França)
TAROCCHINO DE MITELLI (Itália)
TARÔ DOS BOHÊMIOS (França)
ETTEILLA TAROT (França)
SCALA D’ORO (Itália)
RIDER TAROT (Inglaterra)
WIRTH TAROT (Inglaterra)
TOTH TAROT (Inglaterra)

Para maiores informações sobre o taro, sugerimos as seguintes leituras:

-Tarô, Ocultismo e Modernidade - Nei Naiff

-Tarô, Vida e Destino - Nei Naiff

-Tarô, Oráculo e Terapia - Nei Naiff

-Baralho Petit Lenormand - Geraldo Scapassassi

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Livro: Baralho Petit Lenormand - Teoria e Prática



Título: Baralho Petit Lenormand – Teoria e Prática
Autor: GERALDO SPACASSASSI
Editora: Totalidade
Número de páginas: 271
ISBN: 9788585293512
Ano: 2007

Sinopse:

Este livro, pelo seu caráter didático e pela excelência do material de pesquisa nele contido, é acessível aos principiantes, mas também interessará aos conhecedores desse Baralho, que certamente serão atraídos pela análise extensiva do tema enfocado em cada uma de suas lâminas. Trata-se de uma releitura moderna e criteriosa desse poderoso Oráculo, e estritamente fiel ao plano original de sua criadora, Mlle. Lenormand.

Este livro tem um caráter didático e seu grande mérito é o de ir muito além das referências sumárias que aparecem nos manuais de cartomancia. Como diz o autor, "nesta pesquisa, o Baralho Petit Lenormand é abordado além das fronteiras da função meramente adivinhatória e perfeitamente alinhado aos princípios da escola européia".

Este baralho nunca foi cigano

Não existem indícios históricos que indiquem os ciganos como autores do baralho. Entre suas habilidades mais notáveis não se incluiam as artes plásticas nem a escrita e, muito menos, as técnicas de impressão em papel. No entanto, cabem eles muito bem como personagens dos trunfos.

Mesmo pesquisando com toda paciência os livros disponíveis e a Internet não encontraremos exemplares históricos de baralhos que pudessem ter sido criados ou impressos por ciganos.

A quase totalidade dos anúncios que vemos hoje nos sites e folhetos sobre tiragens e baralhos ciganos, utilizam na verdade as 36 cartas do baralho Petit Lenormand, uma simplificação que a cartomante francesa mandou redesenhar de apenas parte dos arcanos menores originais.

O principal propósito desse trabalho, segundo Geraldo Spacassassi, é o de resgatar e divulgar o Baralho Petit Lenormand, oráculo criado por Marie-Anne Adélaïde Lenormand, na França, por volta do ano de 1800.

Esse estudo é apresentado sob dois enfoques:

Teórico: origens e estrutura do baralho, e os aspectos adivinhatórios e simbólicos das lâminas;

Prático: métodos de leitura ou tiragem, bem como o aspecto ritualístico da preparação das cartas.

Quanto aos aspectos práticos de leitura, diz o Autor: "Faço-o com prazer para atender insistentes pedidos de leitores residentes em regiões distantes, apesar de ter plena consciência de que essas práticas, segundo a Tradição, devam ser transmitidas oralmente. Não tanto por uma questão de segredo, mas pelos aspectos práticos e dinâmicos envolvidos, que só serão bem assimilados pelo aluno ao manusear as cartas. Todo novo aprendizado envolve particularidades, detalhes e procedimentos que transcendem os aspectos teóricos que podem ser encontrados em livros e manuais, e que somente um instrutor capacitado poderá transmitir de forma eficiente e eficaz."

Na Introdução do livro, Geraldo relata a sua trajetória pessoal e as referências que marcaram sua busca de entendimento das cartas e de seus significados simbólicos e esotéricos. E um dos personagens citados é o Prof. Molinero (Yogakrisnanda), que assina a Apresentação do Autor.

O Autor

Gerado Spacassassi nasceu em São Paulo, em uma família de ascendência italiana. Administrador de Empresas, especializou-se em Planejamento Financeiro e Orçamentos. Exerceu estas funções na Du Pont do Brasil S/A durante 31 anos.

Despertou para o Esoterismo em 1972, e durante seis anos, sob a orientação do Mestre Prof. Molinero, estudou diversas linhas, técnicas e práticas dessa inesgotável corrente do Saber. Desenvolve estudos e pesquisas sobre Astrologia, Tarô, Cabala e os princípios básicos da Psicologia Analítica de C. G. Jung desde 1980, e em 1994 começou a se dedicar ao Baralho Petit Lenormand.

Desde 1986 ministra cursos e seminários regulares de Astrologia, Tarô e Baralho Petit Lenormand. Como convidado, tem conduzido palestras e seminários em escolas e instituições.

Mais informações sobre o seu trabalho podem ser obtidos no site do Autor: www.spaca.com.br

Soja é desnecessária para o vegetariano



Dr. Eric Slywitch é vegetariano e dedica-se à orientação de dietas. Há algum tempo o vegetarianismo entrou em pauta. Seja pela preocupação com o meio ambiente, seja pelo sempre questionado consumo de carne, muitas pessoas mudaram seus hábitos alimentares ou pensaram em fazê-lo.

Eric Slywitch é médico e especialista em nutrição. Vegetariano, dedica seu trabalho a orientar as pessoas que desejam adotar esta dieta. É autor dos livros "Virei Vegetariano e Agora?" e "Alimentação sem Carne", nos quais mostra os benefícios de abandonar o consume de carnes, sempre embasado em pesquisas científicas.

Em entrevista à Livraria da Folha, Slywitch explica o que é ser vegetariano, desfaz a confusão de que quem adota esta dieta não come apenas carne vermelha e derruba o mito que basta substituir os produtos de origem animal por soja.

Entre outras dúvidas, o médico mostra quais os passos a serem seguidos por quem deseja mudar sua alimentação, como os pais devem agir com seus filhos quando estes decidem ser vegetarianos e como alimentar um bebê com esta dieta.

Leia abaixo a entrevista na íntegra:

Livraria da Folha: Existem diversas dúvidas a respeito do que é ser vegetariano. O que é ser vegetariano?

Eric Slywitch: Vegetarianismo é a prática de se alimentar sem nenhum produto que implique na morte de um ser do reino animal.

De forma genérica, vegetariano é o indivíduo que não utiliza nenhum tipo de carne (vermelhas ou brancas) na sua dieta. Assim, a dieta vegetariana é aquela que não utiliza nenhum tipo de carne.

Vegetarianismo é sinônimo de alimentação sem carne. Essa é a característica comum de todos os vegetarianos.

O vegetariano pode ou não utilizar derivados animais na sua alimentação.

Livraria da Folha: Quais os cuidados que devem ser tomados ao adotar uma dieta vegetariana?

Slywitch: O cuidado maior é saber que os substitutos das carnes são os feijões. É comum o vegetariano iniciante abusar do consumo de ovos, queijo e até soja com a intenção de ingerir a "proteína que tinha na carne".

Trocado a carne pelos feijões, é importante que o vegetariano utilize os demais grupos alimentares na elaboração do cardápio.

Na rua, ao escolher pratos vegetarianos pode haver um pouco de dificuldade, pois pratos inocentes, como um simples molho ao sugo, podem conter caldo de carne. Com o tempo, o vegetariano aprende onde estão algumas "armadilhas".

Divulgação

Desfazendo mitos, dr Eric Slywitch mostra como se tornar vegetariano Livraria da Folha: Por que ser vegetariano? Quais os benefícios para a saúde?

Slywitch: Há, basicamente, 3 motivos para uma pessoa se tornar vegetariana: ética, saúde e meio-ambiente.

Pelo motivo ético, parar de comer carne significa deixar de infringir dor e sofrimento aos animais.

Do ponto de vista da saúde, estudos com populações vegetarianas, quando comparadas com as que comem carne, mostram redução de inúmeras doenças:

- Redução das mortes por doença cardiovascular em 31% em homens vegetarianos e 20% em mulheres vegetarianas (reunião de 5 estudos prospectivos totalizando 76 mil indivíduos).
- Níveis sangüíneos de colesterol 14% mais baixos em ovo-lacto-vegetarianos do que nos onívoros.
- Níveis sangüíneos de colesterol 35% mais baixos em veganos do que nos onívoros.
- Menor pressão arterial (redução de 5 a 10 mmHg) nos vegetarianos.
- Redução de até 50% do risco de apresentar diverticulite nos vegetarianos.
- Onívoros apresentam o dobro do risco de apresentar diabetes quando comparados com vegetarianos (estudo com 34.198 indivíduos adventistas).

Há estudos recentes demonstrando que os diabéticos, quando adotam uma dieta vegana com baixo teor de gordura (comparados com os que adotam uma dieta preconizada pela Associação de Diabetes Americana) têm o dobro de benefícios com relação à perda de peso, uso de medicamentos, redução do "colesterol ruim" e da perda de proteína pelos rins (microalbuminúria).

- Probabilidade duas vezes menor de apresentar pedras na vesícula nas mulheres vegetarianas (estudo com 800 mulheres entre 40 e 69 anos).
- Os onívoros têm um risco 54% maior de ter câncer de próstata (estudo com 34.198 indivíduos adventistas).
- Os onívoros têm um risco 88 % maior de ter câncer de intestino grosso (cólon e reto). A carne vermelha ou branca está vinculada (de forma independente) com o risco aumentado de câncer de intestino grosso (estudo com 34.198 indivíduos adventistas).
- Redução da incidência de obesidade em vegetarianos. O estudo EPIC-Oxford avaliou 33.883 onívoros e 31.546 vegetarianos e constatou que a obesidade estava presente em 7,1% dos homens e 9,3% das mulheres onívoras, contra 1,6% dos homens e 2,5% das mulheres veganas, respectivamente.
- Pelo menor teor de proteínas e por melhorar o perfil lipídico, a dieta vegetariana pode ser benéfica para os que estão perdendo a função renal.
- Alguns estudos apontam que uma dieta vegetariana sem derivados animais e com predominância de alimentos crus reduz os sintomas de fibromialgia.


O meio-ambiente agradece ao pararmos de comer carne, pois a pecuária é uma atividade que contribui de forma significativa com a contaminação de mananciais aqüíferos do planeta, a desertificação de solos, a devastação de florestas e ecossistemas, além de contribuir com o aumento de emissão de gazes que geram o efeito estufa, pois a pecuária é a principal fonte dessas emissões oriundas das atividades humanas segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Cerca de 18% de todos os gazes com potencial de causar efeito estufa provém da pecuária, enquanto 13% provém dos meios de transporte.

Livraria da Folha: O que levou você a seguir esta dieta?

Slywitch: Na adolescência, praticando artes marciais, me interessei pela filosofia oriental, especialmente o budismo. Aos poucos comecei a questionar o consumo da carne e por isso abandonei seu consumo.

Livraria da Folha: Há riscos para saúde ao abandonar o consumo de carne?

Slywitch: Podemos correr riscos de deteriorar a saúde se qualquer grupo alimentar for indevidamente substituído. A baixa ingestão de frutas e verduras pela população (que come carne) foi a responsável pela fortificação de farinhas com esses nutriente. Parar de comer carne implica em utilizar outros alimentos que compensem sua abstenção no cardápio. Sendo feito isso, não há risco algum para a saúde.

Livraria da Folha: Como substituir os nutrientes oferecidos pela carne?

Slywitch: Recomendo que o vegetariano sempre ingira feijões, o que inclui ervilha, lentilha, grão de bico... Esses são os melhores substitutos da carne. A soja é desnecessária para o vegetariano. Ele pode utilizá-la, mas a sua ausência no cardápio não traz problema algum.

Os demais alimentos também são bem conhecidos como parte de uma dieta saudável: cereais (de preferência integrais), verduras, legumes, batatas, frutas, condimentos, oleaginosas (opcionais, pois apesar de benéficas têm maior custo). Para os que utilizam, o cardápio pode contemplar ovos e laticínios.

Livraria da Folha: Existe alguma restrição para adotar esta dieta? Crianças, por exemplo, podem segui-la?

Slywitch: Não há riscos se a alimentação está equilibrada.

Pais católicos criam filhos católicos. Pais judeus criam filhos judeus.

Pais onívoros criam seus filhos comendo carne. Pais vegetarianos criam filhos vegetarianos.

É direito dos pais passarem os valores de vida que têm aos filhos, desde que aprendam sobre o que deve ser feito para suprir com segurança as necessidades do bebê.

Bebês que comem carne podem precisar de suplementos de ferro em determinado momento de vida, assim como o vegetariano.

O ponto de destaque é a vitamina B12, que sempre deve ser suplementada no vegetariano, apesar de sabermos que o que come carne também pode ter deficiência.

Todos os outros nutrientes podem ser supridos como na dieta com carne sem dificuldades.

Livraria da Folha: Como montar uma dieta vegetariana pela primeira vez?

Slywitch: O cardápio básico deve conter cereais (de preferência integrais), frutas, verduras, legumes, feijões e óleos de boa qualidade (como o de oliva). As oleaginosas são opcionais. A redução de alimentos processados, gordurosos, frituras e doces é bem vinda, apesar de ser a recomendação solicitada a quem come carne também.

Se tiver um profissional de saúde para avaliar a sua dieta, isso será proveitoso também.

Divulgação

Em guia prático, mostra como substituir a carne nas refeições.

Livraria da Folha: Existem diferentes tipos de vegetarianos? Quem são os veganos?

Slywitch: Os tipos são vários, como pode ver abaixo:

- Ovo-lactovegetariano: é o vegetariano que utiliza ovos, leite e laticínios na sua alimentação.
- Lactovegetariano: é o vegetariano que não utiliza ovos, mas faz uso de leite e laticínios.
- Vegetariano estrito: é o vegetariano que não utiliza nenhum derivado animal na sua alimentação. É também conhecido como vegetariano puro.
- Vegano: é o indivíduo vegetariano estrito que recusa o uso de componentes animais não alimentícios, como vestimentas de couro, lã e seda, assim como produtos testados em animais. Em inglês você vai encontrar o termo "vegan" como referência a esse indivíduo. No Brasil esse termo foi traduzido como vegano.
- Crudivorista: é, na grande maioria dos casos, um vegetariano estrito que utiliza alimentos crus, ou aquecidos no máximo a 42oC. Alguns podem aceitar leite cru e carne crua também, descaracterizando o termo vegetariano estrito. A utilização de alimentos em processo de germinação (cereais integrais, leguminosas e olegainosas) é comum nessa dieta. Diferente do que se pode imaginar, essa dieta apresenta preparações bastante sofisticadas e saborosas.
- Frugivorismo: vegetariano estrito que utiliza apenas frutos na sua alimentação. O conceito de "frutos", nesse caso, segue a definição botânica, que inclui os cereais, alguns legumes (abobrinha, beringela...), oleaginosos e as frutas.
- Macrobiótico: designa uma forma de alimentação que pode ou não ser vegetariana. O macrobiótico tem um tipo de alimentação específica, baseada em cereais integrais, com um sistema filosófico de vida bastante peculiar e caracterizado. A dieta macrobiótica, diferentemente das vegetarianas, apresenta indicações específicas quanto à proporção dos grupos alimentares a serem utilizados. Essas proporções seguem diversos níveis, podendo ou não incluir as carnes (geralmente brancas). A macrobiótica não recomenda o uso de leite, laticínios ou ovos.
- Semi-vegetariano: indivíduo que faz uso de carnes, geralmente brancas, em menos de 3 refeições por semana. Alguns consideram essa terminologia quando em apenas uma refeição por semana. Esse termo ganha importância nos estudos científicos, na comparação dos efeitos à saúde entre vegetarianos e onívoros, já que, teoricamente, o semi-vegetariano consome carne, mas menos do que um onívoro. Atenção: esse indivíduo não é vegetariano.


Livraria da Folha: Alguns pais assustam-se quando os filhos adotam a dieta. Quais os conselhos que você dá a pais e filhos?

Slywitch: Conversem! Os filhos devem mostrar aos pais os motivos que os levaram a adotar o vegetarianismo. Os pais devem se conter quando o intuito é criticar a decisão dos filhos.

Os pais devem saber que, quando uma pessoa (o filho) adotou o vegetarianismo pensando nos animais, a retaliação da escolha do filho apenas vai criar conflitos dentro de casa, pois nesse caso o que está mandando é a emoção, o coração. O vegetariano que foi tocado pela questão dos animais, geralmente, não consegue realmente comer mais carne.

A família terá que se abrir para repensar o preparo dos pratos. Os pais podem ajudar muito os filhos a adotarem a dieta com mais segurança.

fontes: http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/837717-soja-e-desnecessaria-para-o-vegetariano-diz-especialista-eric-slywitch.shtml
e www.akademiadamente.com

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Própolis Contra Dengue










Segundo um pesquisador de Florianópolis, basta tomar algumas gotas diárias para que o mosquito nem se aproxime! Ninguém divulga porquê não há interesse, a própolis é barata e não enriquece ninguém, as indústrias farmacêuticas ganham fortunas com remédios para amenizar os sintomas da dengue, a Johnson ganha fortunas vendendo o Off, que é repelente de insetos...

Biólogo explica como usar Própolis contra Dengue

O biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis, explica como usar a própolis contra a dengue. Segundo ele, a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem os insetos.

Composição da Própolis


A própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores. Sua composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também possui em sua composição a Flavonóides, galangia, resinas com bálsamo, cera e pólen.

Uso Preventivo

A tintura de Própolis na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma:

Adultos: de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro). Um copo a cada 6hs.

Crianças: crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).

Uso com a Dengue Instalada (TRATAMENTO RADICAL)

Adultos: tomar 7,5ml do extrato de própolis diluído em água (sem cloro). 1/2 copo na crise febril, ou seja, quando a febre se mostrar mais elevada. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.

Crianças de 0 a 3 anos: 1,5 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade da água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.

Crianças de 3 a 6 anos: 3,0 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.

Crianças de 6 a 10 anos: 5,0ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

Gilvan alerta, para não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico a ela. É muito rara esta sensibilidade mas pode ocorrer. Caso queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente pedida.

Fonte: pedida.http://www.inova.unicamp.br/inventabrasil/propdengue.htm